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O frango inteiro embalado a vácuo tem processo e shelf life distintos do frango em MAP ou em cortes. Entenda as particularidades técnicas e os pontos críticos de controle.
Automação na linha de embalagem reduz custo de mão de obra, aumenta consistência e melhora o controle de processo. Entenda onde automatizar, o que esperar e o que ainda depende do operador.
Rastreabilidade em carnes é exigência crescente de varejistas, exportadores e regulação. Entenda os modelos, as tecnologias disponíveis e o que implementar na prática.
Case ready é o modelo em que a carne chega ao varejo já embalada, pronta para o display, sem manipulação no ponto de venda. Entenda por que esse modelo cresce e o que ele exige da operação.
O shrink é um processo de embalagem a vácuo com filme termorretrátil que se contrai sobre o produto com calor. Entenda as aplicações, os cuidados de processo e as diferenças em relação ao vácuo plano.
A seladora de bandeja é o equipamento padrão para embalagem em atmosfera modificada no varejo. Entenda como funciona, onde se aplica e quais são os limites técnicos em relação à termoformadora.
A termoformadora é o equipamento central de linhas de embalagem MAP e vácuo em escala industrial. Entenda o processo, os componentes críticos e o que determina a eficiência da linha.
O skinpack é uma das embalagens de maior apelo visual para cortes bovinos premium. Entenda o processo, as vantagens em relação ao vácuo convencional e as condições necessárias para viabilizar o investimento.
Validade, qualidade visual e segurança alimentar são conceitos diferentes em carnes embaladas. Um produto pode estar seguro mas com qualidade comprometida — ou o contrário. Entenda as distinções.
Perdas invisíveis na linha de embalagem de frigoríficos vêm de rejeições, retrabalho, produto fora de especificação e ineficiência de processo. Entenda como identificá-las e o que fazer.